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Sexta-feira, Maio 30, 2003
Oi pessoal. Ando tão atarefado que esqueci de colocar as outras charges que recebi. Lá vai...

posted by DAUBI PICCOLI 11:16 PM
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Terça-feira, Maio 27, 2003
Se hay gobierno soy contra
Que bom se fosse verdade. Depois de oito anos apoiando (e criticando quando foi preciso) Fernando Henrique, me esqueço que o Lula é o presidente agora. Esqueço de criticar.
Bom, na verdade, não dá nem pra criticar. Até porque ele já tem seus críticos de plantão....ahahahahhahaha
Mas, falando nisso, recebi umas charges ótimas. Vou postar. Valem a pena...

posted by DAUBI PICCOLI 1:34 PM
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Segunda-feira, Maio 26, 2003
A Machado de Assis
A idéia de ter uma página na Internet é antiga. Quando surgiram os blogs, achei que era uma boa idéia ter um. Como faria, no entanto, era algo ainda indefinido. Lendo Memorial de Aires, comecei a gostar ainda mais da idéia. O velho Machado de Assis, pode-se dizer, foi uma espécie de pioneiro dos blogs. Então, se um dia alguém resolver que deve ser eleito um pai dos blogs, Machado de Assis deve ser lembrando em primeira mão. Se tiverem dúvidas, leiam o Memorial... .
posted by DAUBI PICCOLI 2:51 PM
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posted by DAUBI PICCOLI 2:46 PM
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posted by DAUBI PICCOLI 2:41 PM
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Sábado, Maio 24, 2003
267 ocorrências - Creduuu!!!!
Bom dia pessoal!!!
Olha só: coloquei meu nome no procurador do Yahoo e apareceram 267 ocorrências. E eu que pensava ser o único no mundo. Mas tem o lado bom. Comentários meus que até já havia esquecido foram encontrados nesta busca. Se interessar, dêem uma olhada...
Extra Classe - Dezembro 2002
... Daubi Piccoli - Professor - Erechim/RS A carta da advogada e professora Clara Warth, acusando a postura crítica do jornal Extra Classe em relação aos EUA ...
http://www.sinpro-rs.org.br/extra/dez02/e_cartas.asp cached">
Terça feira, 16 de abril de 2002 CONSAE - Consultoria de ...
... Mariza Tavares Lima psicóloga, professora de orientação vocacional da PUC Minas. Zero Hora, 16/04/2002 - Porto Alegre RS Nivelando por baixo Daubi Piccoli. ...
www.unir-roo.br/artigos/Clipping16_04.html cached
Mundo Negro - O site negro mais completo da web
... Negros = Vítimas totalmente inocentes. Daubi Piccoli 24/3/2003 19:50:01. ... Será que resolveu alguma coisa? : (. Daubi Piccoli 24/3/2003 19:40:35. ...
www.mundonegro.com.br/noticias/index.php?noticiaID=159 cached | more results from this site
posted by DAUBI PICCOLI 3:54 PM
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Bom, pessoal. Vou dormir. Pareço criança com brinquedo novo aqui neste blog.

posted by DAUBI PICCOLI 1:07 AM
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posted by DAUBI PICCOLI 12:58 AM
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Trocou o celular por cachaça
Essa foi dez. Estava fazendo a minha caminhada diária quando passei em frente de uma escola e ouvi uma menina comentar com a outra.
Isso me fez lembrar a forma apavorante com que os jovens têm feito uso de bebidas alcóolicas.
Mais absurdo ainda são as propagandas das loiras geladas na hora do Jornal Nacional e da Novela das 20h, como se tivessem vendendo balas e bombons.
As crianças falam em cerveja de uma forma tão natural que apavora. Pior ainda são os pais que além de permitir que crianças de pouca idade cheguem perto de bebidas alcóolicas, ainda oferecem para elas beberem. Basta se observar em festas de comunidades, principalmente onde houver uma igreja (católica) por perto.
Outra coisa absurda são as campanhas contra drogas que algumas escolas fazem num determinado momento e noutro, quando há festa na escola, vendem cerveja.
Ficou institucionalizado neste país que cerveja não é droga. Pode???
posted by DAUBI PICCOLI 12:38 AM
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Sexta-feira, Maio 23, 2003
Charge ateísta
Pessoal, olha que fantástica essa charge. Tirei de um site ateísta da Internet. Fecha bem com o que penso das religiões em geral.

posted by DAUBI PICCOLI 11:24 PM
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Oi pessoal: estou escrevendo em negrito porque ainda não sei colocar letras em preto aqui. Se alguém souber me avisa.
Hoje foi um dia muito bom. Consegui não me estressar, mesmo com todo o trabalho. Às vezes penso que deveria ser um pouco maluco, pois para ser professor nos dias de hoje não é fácil. Não dá para ser muito certinho. Ainda mais um professor que se importa se seus alunos estão aprendendo ou não. Não consigo pensar no magistério como uma profissão. Para mim é algo muito mais elevado, pois lido com pessoas que têm perspectivas de um futuro melhor e, por isso, freqüentam minhas salas de aula.
Este é o motivo pelo qual discordo totalmente em manter marginais em sala de aula. Eles estragam os bons alunos com suas influências negativas. Uma turma de 30 ou 40 alunos não pode ser refém de um marginal que está lá porque o Conselho Tutelar obriga e, ele só quer saber de bagunçar, pois sabe que não vai aproveitar nada das aulas, uma vez que nunca foi seu real interesse estar lá.
Quando olho para aqueles meninos e meninas, que esperam de mim muito mais do que conteúdos, percebo que mesmo com os agitadores e uma lei injusta, que pretende que todo um sistema de ensino se volte para incluir um marginal, excluindo todos os bons alunos, pois estes não conseguem prestar atenção com um agitador em sala de aula, mesmo assim, penso que não devo nunca desistir. Vou postar aqui um texto sobre isso. Quem não quiser ler, pula, mas é bem interessante. Enviei para diversos jornais, mas nunca foi publicado. Penso que foi porque reflete uma realidade do dia-a-dia e não uma suposta realidade, o que é claro, incomoda muito mais.
Por que a lei protege o mau caráter?Daubi Piccoli*
Certos procedimentos da lei, que protege os maus alunos, deixam muitos professores perplexos e, às vezes, sem ação. A proteção ao mau aluno, assim como ao mau cidadão é prejudicial à sociedade organizada e muito pior quando é defendida por autoridades em educação.
Um aluno que falta muitas aulas e nas poucas que freqüenta pode, por lei, prestar todos os exames que os demais realizaram em tempo regulamentar e ainda ter as mesmas chances de resultados, podendo até questionar em juízo a dificuldade do exame e poucos argumentos são necessários para que a lei fique a seu lado, pois o professor, geralmente, passa por ruim e o aluno pelo injustiçado.
Se fossem levados ao conhecimento dos alunos todos os seus direitos e eles os exercessem realmente, se tornaria impossível lecionar para uma turma de 30 a 40 alunos, número que representa a nossa realidade hoje, e seria também impossível à direção da escola manter uma ordem razoável dentro dela.
O que acontece na escola pública hoje é o mesmo que acontece no dia-a-dia da sociedade. O bom cidadão, aquele que cumpre com suas obrigações, paga contas em dia, é honesto e tal, este não tem vantagem nenhuma, não ganha descontos e, na maioria das vezes, nem é notada sua existência. Já o mau cidadão, aquele que faz dívidas, sabendo que não conseguirá quitá-las, este, no fim do ano, época de Natal, quando os corações do pessoal do comércio amolecem, consegue renegociá-las, obtendo às vezes vinte e cinco a cinqüenta por cento de desconto, retirando assim seu nome do SPC. Deste modo, ele pode, e vai, se endividar novamente, para no fim do ano seguinte ganhar as mesmas regalias. Na área dos impostos, taxas ou penalidades por crimes verificam-se situações semelhantes.
De onde vem este cidadão mau caráter? Muito simples, vem daquele aluno que também era mau caráter e que sempre ganhou tudo de mão beijada dos professores e da direção da escola, sendo empurrado desde a 1ª série escolar até o 3º ano do Ensino Médio e que somente aparece na escola para reclamar seus direitos e ameaçar de ir à Justiça, quando se considera injustiçado.
Na escola pública, o que não faltam são histórias de maus alunos, geralmente com altos índices de repetência, que são defendidos pelo Conselho Tutelar e pela Justiça. A direção, que os expulsou ou tomou providências enérgicas quanto ao seu procedimento escolar, que provocou o mau exemplo para os demais, é obrigada, pela lei, a reintegrá-lo. Ele, por sua vez, volta vitorioso, se gabando e promovendo mais desordens do que antes, só que, amparado pela lei.
Nesse meio tempo, o bom aluno, que trabalha, estuda, cumpre com suas obrigações, respeita os pais e professores e que nunca reprovou é obrigado a conviver com estes verdadeiros marginais, que algumas autoridades em educação e certos setores da sociedade determinam e insistem que sejam incluídos aos demais. Um rapaz de 16, 17 anos, ainda na 5ª série, fazendo propostas sexuais para uma menina de 10, 11 anos ou vendendo drogas para os meninos não é a minha idéia de inclusão. Por acaso é a de algum de vocês pais? Se for, então desculpem minhas críticas e desconsiderem minhas palavras, pois talvez o meu ideal de escola esteja um pouco ultrapassado.
*Professor
posted by DAUBI PICCOLI 11:03 PM
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Quinta-feira, Maio 22, 2003

posted by DAUBI PICCOLI 12:41 AM
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Quarta-feira, Maio 21, 2003
Estréia
Oi pessoal! Estou iniciando hoje esse blog e pretendo colocar aqui minhas idéias e fazer comentários sobre liberdade de expressão e a respeito do direito que todas as pessoas têm de fazer escolhas e não serem criticadas por isso.
Sou professor (português/inglês e respectivas literaturas) e jornalista. Escrevo uma coluna social no jornal Boa Vista, de Erechim/RS, que circula as sextas-feiras.
Tenho um livro de contos publicado; chama-se Tchan... Tchan... Tchan... Tchan... (está em todas as livrarias da cidade).
Sou especialista no Ensino da Língua Inglesa com Monografia em Literatura Inglesa.
Faço traduções contextualizadas de inglês/português - português/inglês.
Escrevo artigos e os envio para publicação em diversos jornais do país e do mundo. Nem sempre publicam, é claro, pois, afinal, a maioria dos jornais censuram artigos que expressam livremente idéias que vão de encontro as de seus donos. Acontece também, às vezes, de existir um funcionário metido que resolve se arvorar de censor e decidir o que ele acha bom ou ruim para ser publicado ou não.
Por exemplo, em Porto Alegre (RS) há um jornal chamado Correio do Povo que apenas publica as cartas que agradam aos donos ou talvez os donos nem saibam que as informações e artigos estão sendo censurados, talvez.
No dia 6 de abril, por exemplo, um bispo, que assina uma coluna dominical, escreveu asneiras. Enviei uma carta para criticar. Nunca foi publicada. Até hoje escrevo para o jornal perguntando quando vão publicar a carta. É obvio que sei que não farão isso nunca. E ele, que deve ser o chefe da igreja católica de lá, continuará a escrever o que quiser e difundir seu preconceito à vontade. Pensei até em entrar em juízo e pedir direito de resposta e essas coisas, mas sei que, além da demora, nada acontece.
Assim, nesse espaço vou escrever o que penso e com certeza exercitar meu esporte favorito que é denunciar a hipocrisia das religiões e, principalmente da poderosa, que manda e desmanda no mundo e ninguém faz nada para dar um basta em tanto preconceito que vomitam por sobre nossas cabeças, enchendo nossos olhos e ouvidos e, pior, tentando fazer a cabeça dos mais jovens.
O que mais me apavora é que conseguem, pois a maioria dos jovens de hoje sofrem com o sério problema de NRN (Número Reduzido de Neurônios), um vírus que acomete rapazes e moças na mais tenra idade, provocando uma doença, cujo vírus, deixa sérias seqüelas para o resto da vida. Como utilizam, no dia-a-dia, poucos neurônios, do já reduzido número que possuem, deste modo, se tornam presas fáceis para seitas e religiões inescrupulosas que facilmente fazem suas cabeças.
Quando falo que sou ateu e ateísta há quem me olhe como se fosse um monstro. Sem contar os abobados que pensam que isso é coisa do demônio.
Ora, vejam aonde chega a ignorância. Se não acredito em divindades, não acredito em demônios também, não é mesmo??? Dãããããã....
(Charles Darwin se remexe no túmulo nessas horas)
Bom, por hoje é isso. Na estréia é sempre assim: dá uma vontade de não parar mais de escrever.
Logo vou postar aqui meus artigos publicados no tempo do jornal A Voz da Serra. Mas para isso, vou criar links.
Publiquei artigos desde 1982. Aliás, fui o primeiro a escrever sobre sexo e liberdade sexual naquele jornal e na cidade de Erechim (deveria ir para o Guiness).
A Marta Suplicy na TV Mulher (da Rede Globo) e eu no jornal. Foi um auê na época. A carolaiada reclamava (e eu, ... ando e ...ando...). Em seguida, comecei a escrever sobre tudo que tive vontade. Sem nunca ter sido censurado pelos donos do jornal. Alguns hipócritas reclamavam, eles me chamavam e falavam a respeito, mas jamais me pediram para parar ou para não escrever.
Tive alguns críticos, é lógico, mas na maioria vazios, é claro, com embasamento na hipocrisia, para defender princípios indefensáveis. Poucos redigiam notas, a maioria era por telefone ou por e-mail (mais recentemente). Houve também os que me criticavam por encomenda (ahahahahahah - esses eram engraçados), pois os que não gostavam do que eu escrevia não podiam (ou não tinham coragem) de pôr seus nomes no jornal, então pediam a outros para fazerem as críticas.
De tudo, o que mais me indignava (e ainda indigna) eram aquelas pessoas que assistiam, passivamente, a TV vomitar pornografia e erotização barata em cima delas e seus familiares e, no entanto, quando falava sério sobre assuntos polêmicos, resolviam me criticar. Mas isso são águas passadas. Embora considere a autocensura a pior de todas, espero desse mal nunca padecer. Pois se um dia parar para pensar o que fulano vai pensar ou se sicrano e beltrano vão gostar ou não do que escrevi, então terei de interromper meus escritos para repensar meu papel na sociedade.
Aqui, espero ser criticado também, pois quem critica está sujeito a isso. Defendo o direito que todos têm de se expressarem livremente, assim como de criticar o que o outro tenha dito, desde que defendendo sempre o direito que todos têm de fazê-lo. Como disse Voltaire: (François-Marie Arouet) Não concordo com nenhuma palavra do que dizes, mas morro defendendo o direito que tens de dizê-las.
Antes de encerrar vou publicar a poesia que fiz para o Concurso Poeta Bota Amarela. Recebi do prefeito Eloi Zanella certificado de destaque pela participação. Espero que gostem.
Ah, em tempo: Bota Amarela era o apelido dado aos imigrantes que chegaram a Erechim (sempre ch) no começo do século passado. Eles trabalhavam na lavoura e tinham as botas puídas (amareladas) pelo trabalho duro. Quando iam para a cidade, ou povoado, na época, os poucos metidos a grã-finos que moravam lá os chamavam de Bota Amarela.
O que antes era um motivo de embaraço, hoje é o símbolo da cidade e quem nasce em Erechim é erechinense ou bota-amarela e tem orgulho desse título. No meu caso, sou erechinense emprestado, pois nasci em Marcelino Ramos. Bom, leiam minha poesia:
O Bota Amarela
Por Daubi Piccoli
Amarela é a bota que eu bato
Com força neste solo avermelhado
Irrigado com suor e lágrimas
E com sangue humano adubado.
Carrego sem mágoa o apelido,
Pois me serve de lembrança.
Levar no coração a esperança,
Como luz na escuridão.
Se a bota ficou amarela,
Foi pela rudeza da lida,
E pisar neste chão é um orgulho,
Pois marca fere, mas não é ferida.
O Bota Amarela,
Que construiu nossa história,
Foi um povo que sonhou
E lutou por dias de glória.
posted by DAUBI PICCOLI 11:48 PM
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Incrédulo

Pela liberdade total de expressão e aumento da intelectualidade neste país.
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